A pizza em fatias em Milão fez curso: de um simples lanche para estudantes a um prato “cool” para gourmets de jaqueta e tênis muito branco. Cá a novidade geração já não labareda de “fatia”, mas de “fatia”, e se a volume não descansa há pelo menos 72 horas, alguns torcem o nariz porquê se estivessem tomando um capuccino depois do almoço. Mas, sob o verniz da voga, é sempre o mesmo: a pizza para pegar na hora, para consumir enquanto caminha pelo Navigli ou no pausa do almoço entre uma reunião e outra. Uma novidade na capital lombarda, tornando-se tão “cool”; um hábito normal no núcleo da Itália desde a dezena de 1970 do século pretérito, onde as crianças sempre faziam um lanche à tarde, comendo pizza em fatias enquanto caminhavam pelas ruas de sua cidade.
Origens da pizza em fatias e diferenças entre Roma e Milão
Originário de Roma (mas também típico de cidades porquê Ancona) nasceu porquê uma solução prática para quem tem miséria, mas não tem tempo para sentar; e depois se torna um símbolo vernáculo, um monumento comestível à arte de se contentar com o sabor. Tal porquê a conhecemos hoje, a pizza à fatia nasceu depois da Segunda Guerra Mundial, quando alguns padeiros romanos decidiram renovar a volume do pão, criando bases retangulares cozidas na frigideira. Sem ingredientes gourmet, exclusivamente tomate, óleo e alguns outros ingredientes. Vendido a peso e desassociado à tesoura, era a escolha perfeita para quem procurava uma repasto rápida, barata e farta. Somente na dezena de setenta começou a se espalhar para outras cidades italianas. Se em Roma era (e ainda é) fino e crocante, em outros lugares foram desenvolvidas versões mais altas e macias, porquê em Milão (leia em Spontini).
Uma pausa saborosa na cidade agitada
As padarias milanesas são hoje laboratórios de alquimia: farinhas orgânicas, levedo mãe, coberturas que parecem obras de arte contemporânea. Nesta idade do ano, a jerimum, o gorgonzola e o brócolis dominam entre as coberturas mais populares. Mas de vez em quando, entre uma experiência e outra, surge a clássica margherita, e lembra a todos porque nos apaixonamos pela pizza em fatias: é democrática, reconfortante e tem cheiro de lar, mesmo numa cidade que está sempre em movimento.
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