Noites. Ricas em ácidos graxos ômega-3, vitamina E e polifenóis, as nozes têm efeitos antiinflamatórios e apoiam a resposta imunológica, modulando a atividade dos linfócitos T e protegendo as células do estresse oxidativo. Os ômega-3, em pessoal, são úteis para reduzir a inflamação crônica que pode aumentar no outono devido à mudança de temperatura e à redução da exposição à luz. As nozes são perfeitas em saladas e no lanche da tarde acompanhadas de uma fruta da idade (maçãs, peras, caquis, uvas, tangerinas).
Levar à mesa estes provisões que fortalecem as defesas não só ajuda a concordar o sistema imunitário, uma vez que também permite respeitar o melhor da sazonalidade, realçando o sabor, os nutrientes e o bem-estar quotidiano.
Por que o sistema imunológico adora a sazonalidade?
O nosso sistema imunitário adapta-se continuamente às mudanças sazonais e ambientais, e é precisamente nos provisões sazonais que encontra o seu melhor base. A razão é tão simples quanto apoiada por inúmeras evidências científicas: frutas e vegetais colhidos no momento ideal de maturação possuem a maior concentração verosímil de vitaminas, antioxidantes e fitocompostos bioativos, decididamente superiores aos produtos cultivados e colhidos fora de idade, armazenados por muito tempo ou submetidos a viagens prolongadas para depois serem colocados no mercado, perdendo inevitavelmente micronutrientes uma vez que vitaminas hidrossolúveis (as dos grupos B e C) e polifenóis.
A diferença não é marginal: os vegetais crucíferos colhidos no outono, por exemplo, contêm o 30% mais vitamina C em conferência com os mesmos disponíveis em outras épocas do ano.
Não é por casualidade que a maioria dos provisões de outono contém compostos que interagem diretamente com a resposta imunológica. Apostar em produtos sazonais não é unicamente uma escolha gastronómica neste sentido, mas é também e sobretudo uma estratégia nutricional que garante ao nosso corpo a biodisponibilidade de compostos protetores, calibrados precisamente às necessidades deste quebrável período do ano.
Porquê maximizar seus gastos sazonais “anti-frio”
Organizar suas compras com sabedoria é o primeiro passo para transformar os provisões sazonais em verdadeiros aliados do sistema imunológico. Cá estão algumas dicas para reduzir o desperdício, melhorar o decocção quotidiano e aumentar a ingestão de nutrientes.
- Prefira produtos locais e frescos: os provisões 0 km não só reduzem o impacto ambiental, uma vez que retêm uma maior percentagem de vitaminas e compostos antioxidantes em conferência com aqueles submetidos a transportes longos. Preferir cadeias de provisão curtas significa, portanto, mais micronutrientes no prato.
- Armazene os provisões corretamente: baixas temperaturas e pouca luz retardam a perda de vitamina C e polifenóis. Alguns provisões, uma vez que as castanhas frescas, devem ser consumidos em poucos dias para evitar a perda de fécula e minerais. Pelo contrário, se armazenadas em lugar fresco e sequioso, as romãs mantêm suas propriedades por até dois meses.
- Alterne diferentes métodos de decocção: a vitamina C e o repolho são melhor preservados se crus, enquanto outras substâncias são “fortalecidas” com o calor. É o caso do betacaroteno da jerimu, que fica mais biodisponível posteriormente o decocção.
- Planeje o cardápio semanal: ir ao supermercado com a lista pronta das refeições da semana não é unicamente uma forma de otimizar gastos, mas também é um supimpa treino para aprender a intercalar diferentes ingredientes, experimentando depois na cozinha diferentes métodos e consistências de decocção, ajudando assim a incluir todos os nutrientes necessários na dieta.
Porquê as compras sazonais reduzem o impacto ambiental
Manducar produtos sazonais não é unicamente uma escolha nutricional, mas também uma estratégia concreta para reduzir o impacto ambiental da nossa alimento. Na verdade, os provisões cultivados e consumidos fora da idade provêm frequentemente de longas cadeias de provisão que requerem transporte internacional, embalagens complexas e sistemas de conservação a longo prazo, o que inevitavelmente se traduz em emissões de gases com efeito de estufa e consumo de força, muito uma vez que numa subtracção da qualidade nutricional dos provisões.

