Principalmente quando se trata de valorizar um magnífico resultado, que utiliza as melhores misturas. «Decidimos trazer um laboratório diretamente na empresa que nos permitiria testar sua qualidade. Pedimos amostras reais e verificamos tudo rigorosamente. É um processo hipercontrolado”, diz ele Roselina Amorosonora do fundador do Caffè Moak, do qual é hoje Gestora de Relações Públicas. «Também realizamos internamente a torra e toda a produção. Portanto, da Sicília o moca é distribuído na Itália e em mais de 50 países. O objetivo é crescer, mas mantendo-se leal à tradição.” Tal uma vez que nas origens. «A empresa nasceu em 1967», continua Amoroso. «O meu sogro trabalhava na Fiat em Turim e diz que enquanto ia trabalhar ficava inebriado pelo olência do moca que emanava das instalações. Logo um dia decidiu: “Vou tentar”. Tudo começou assim. Devemos tudo a ele e continuamos fiéis ao seu projeto.” Nesse ínterim, porém, muita coisa mudou. «É por isso que também temos waffles, que hoje são inevitáveis. Não creio que sejam dois mundos distintos: carros servem para todos os dias, quando você está com pressa; o mocha, por outro lado, é o ritual lento do termo de semana». E veja uma vez que experimentá-lo ao mais cume nível, segundo os especialistas da empresa siciliana.
Moca na moka: a receita
Ingredientes para uma panela moka de 3 xícaras:
- 140 g de chuva mineral com reles texto de sal (30–60 mg/l)
- 16 g de moca moído médio-fino para mocha
Procedimento:
- Aqueça a chuva em uma panela a 90°C, para reduzir o tempo de extração ulterior e preservar a bebida das notas amargas.
- Encha a caldeira, despejando a chuva quente até logo inferior da válvula de segurança.
- Encha o filtro com o moca moído sem pressioná-lo, mas nivelando suavemente a superfície.
- Coloque a moka no fogão e cozinhe em queimação muito reles.
- Quando o moca estrear a subir e o fluxo permanecer evidente e borbulhante, desligue imediatamente.
- Misture com uma colher de chá antes de servir para uniformizar a concentração e repartir aromas e corpo.

